ATELIER de DIREITOS HUMANOS para CRIANÇAS

 

 

É com a consciência de que o tempo é mal gerido que surgiu este projecto, que focado nas crianças pretende tocar graúdos também. Preocupada com a forma como é vivenciada a infância no século XXI, procurei conjugar a minha própria experiência de Ser racional e emotivo com aquilo que julgo serem as necessidades dos pequenos e as preocupações dos educadores.

Resumidamente, este projecto pretende ser uma Revolução. Uma fuga à aborrecida rotina. Uma navegação pelo desconhecido. Neste espaço longínquo onde a imaginação nos leva onde quisermos e onde fazemos do tempo refém, as crianças são capitães e eu mera maruja. No nosso navio, as idades trocam-se por experiências e partilhas, pelo aprendizado do respeito e da empatia. Pela libertação dos “porquês”, pela busca da curiosidade e do amor próprio – que gera amor ao próximo.

Neste projecto ambicioso pretendo dar voz às crianças, isto é, ensiná-las que possuem uma individualidade que aqui não será reprimida e pode fazer a diferença, quero cultivar nelas o espírito crítico e a importância da expressão, quero que aprendam a pensar por si, dotando-as de autonomia e sobretudo, responsabilidade para consigo mesmas e na comunidade em que se inserem.

E a isto chama-se tomar consciência. Num mundo em que nos encontramos cada vez mais fechados em nós mesmos, e em que as instituições tradicionais que se dedicam à educação não atendem às necessidades humanas dos mais pequenos, a minha sala de aula pretende colmatar essas falhas dando-lhes tempo. Recorrerei a técnicas e actividades utilizadas pelos chamados métodos pedagógicos alternativos, que de experiência sei que fazem a diferença, mas vamos usar sobretudo, o debate.

A comunicação – pilar da nossa civilização como nos parece óbvio – é cada vez mais superficial, os adultos e as crianças falam, não conversam nem são ouvidos. Eu acredito que as crianças têm muito a ensinar sobre a vida (mais do que julgamos) pela forma simples como resolvem o aparentemente irresolvível e a tamanha imaginação que os caracteriza – são capazes de dar grandes lições ou pelo menos servir de inspiração. Usualmente vemo-nos como os seus modelos a seguir, mas e se fossem as crianças o nosso exemplo? Dizemos que ser criança é tão fácil e belo, pois estreiam-se na bondade e mas ao crescer, logo se corrompem. E se pudéssemos ser crianças para sempre? A maturidade não é sinónimo de infantilidade, não pretendo criar “Peter Pan’s” mas antes mostrar que têm neles as ferramentas para lidar com os não duros da vida, ensiná-los a crescer bem e com civismo, sem nunca perder o fascínio por tudo o que os rodeia e a gratidão pela vida que possuem.

A infância é o período que nos molda para o que seremos no futuro. Passada com qualidade e aproveitada no cultivo dos valores do bem, imaginem o que faria essa nova geração de adultos.

Jéssica Sousa Soares

 

Facilitadora: Jéssica Sousa Soares + info

 

Horário: 2ª feiras das 17h30 às 18h30

Destinatários: Os grupos são constituídos no máx. por 8 crianças, entre os 7 e os 8 anos.

Objectivos: Dar voz às crianças ensinando-as que possuem um individualidade que pode fazer a diferença. Cultivar nelas o espírito critico e a importância da expressão, aprendendo a pensar por si próprias, dotando-as de autonomia e responsabilidade para consigo mesmas e para com a comunidade em que se inserem.

Metodologia a utilizar: Métodos pedagógicos alternativos com maior incidência no debate.

Custo: 25€/mês

Inscrições: Abertas através do nº de telefone 93 66 86 137

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Avenida Eng. Duarte Pacheco nº 3 A,

2640-476 Mafra

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92 806 25 17

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